sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

MEU RETORNO


Depois de muitos anos afastada desta minha cidade natal estou de volta, relutei muito pra tomar esta decisão e voltar, foram anos de sofrimentos pra conseguir  me curar de um mal chamado amor e estar  de volta foi meu primeiro teste. = Foram alguns meses  de duro combate entre vou ou fico, por fim minha coragem pra desafiar o passado opinou por acreditar que estava liberto e aqui estou.
-----  Avistar minha querida cidade  da altura em que estava, causou em mim uma emoção de derramar lagrimas, eu amava esta cidade, amava não eu amo esta cidade, sempre senti  imensas saudades de tudo por aqui principalmente das praias em especial  a de Ipanema, bairro em que nasci e sempre morei, ainda agora estou a caminho , minha família continua a morar neste mesmo bairro e no mesmo apartamento. = Meu coração  se sentia fortalecido ate o  presente momento, estava em paz com o passado, porem o teste maior estava por vim, estávamos próximos ao local onde tudo teve inicio, onde começou a historia, a minha historia que me levou a tomar decisões estremas de deixar  tudo que eu amava minha família, meus amigos, minha querida cidade meu Ipanema.
-----  O taxi seguia pela praia do Flamengo, logo, logo iria avistar o local onde a porta do destino se abriria pra mim na que la noite festiva, mudando o rumo de minha vida me levando a desistir de todo que era importante pra mim ao tomar a difícil decisão de partir. = A festa era de formatura de filho de uma pessoa de muita posse e eu ali estava a convite de uma amiga que tinha uma amiga, que era amiga da irmã do aniversariante.  = O  local em que se dava a festa era um luxo,  em plena praia do Flamengo, curtindo uma festa onde a alegria de todos misturadas as luzes, musicas, boa comida e muita bebida, prometia varar a noite, dentro de  um sobrado que padecia um mini castelo.  = Foi neste clima festivo que conheci  Reginaldo Augusto, homem bonito de uma elegância parecia um príncipe, sua simpatia atraia os olhares e as aproximações de todas as mulheres livres que se encontravam ali e ate mesmo  algumas acompanhadas de seus maridos ou acompanhante não perdiam as oportunidades de jogar um pouco de charme pro jovem. = Não era meu caso, sempre fui uma garota discreta, diria tímida, tinha meu grupo de amigos e quando estava com eles me soltava um pouco mais sempre gostei de manter um certa distancia de certos procedimentos de alguns de meus amigos que tinham o prazer de me chamarem de careta.
-----  O jovem em questão era o aniversariante que acabei  conhecendo pessoalmente, pois fui apresentada a sua irmã que em seguida me o apresentou. = Nossos olhares se cruzaram ao apertarmos as mãos e durante toda a noite fui cortejada por ele, causando inveja  de todas as outras.  = Foi uma noite mágica em minha vida, estava em uma festa da que lãs que se vê em filmes  e sendo cortejada pelo  homenageado, um belo jovem um príncipe, tanto na beleza como na gentileza, me encantei. = Uma noite inesquecível, me senti uma princesa  sendo cortejada, admirada, pelo jovem em questão que não me deixou sozinha um segundo sequer. = Al final da feste no momento das despedidas, todas as disponíveis, estavam  na fila pra dele ganharem um abraço e um  beijo no rosto  em sinal de agradecimento ate mesmo algumas das acompanhadas se desfrutaram deste momento. = Eu estava pronta pra deixar o lugar na Campânia de minha amiga Margo, quando ele se aproximou, sempre sorrindo, pediu  minha mão e a beijou e em seguida se ofereceu pra nos levar em casa, que na hora sem pensar duas vezes aceitei. =  Eu ficara fascinada no momento em que nossos olhares se cruzaram, não conseguir fazer o que seria o mais certo lhe dizer não, as coisas estavam indo muito rápido e estava acontecendo dentro de um clima de festa, poderia vir a me machucar.
------  Começamos nosso namoro na que la madrugada, onde rolou nosso primeiro beijo, me senti a garota mais sortuda do mundo e feliz sendo cortejada por um jovem lindo educado e cortes. = Nosso namoro durou  um bom tempo de pura felicidade, pra mim e de certa forma acredito que pra ele também, chegamos a ficar noivos a marcar nosso casamento.
-----  O carro  estava a dois quarteirões  do ponto onde tudo teve inicio, meu coração seguia com suas batidas normais o corpo estava bem mais a cabeça se aprofundava nas recordações, revirava o passado como se estivesse testando meu coração. =  O taxi estava pra passar pelo castelinho, este era o nome que pascei a chamá-lo depois de conhecê-lo  em sua intimidade, pedi ao motorista que parasse  ele encostou o carro e me avisou que não poderia ficar por muito tempo ali parado, eu o respondi que não seria preciso, pois as lembranças passam ligeiras eu só precisava dar um tempinho pra elas.
-----  Faltavam poucos dias pro casamento, eu estava feliz, como estava,nosso apartamento pronto, mobiliado por nos dois, tudo perecia perfeito, meu noivo continuava gentil nada mudara nele estava como na primeira noite quando nos conhecemos quando a dois dias do casamento chega a minhas mãos uma carta entregue a mim quando saia de meu prédio por um garoto que depois de se atirar na frente de meu carro fazendo com que eu parece  e num impulso abrisse o vidro da porta pra questioná-lo, dando a ele a oportunidade  onde ele atirou pra dentro do carro a tal carta e em seguida saiu em disparada cruzando a rua ate sumir da visão de meus olhos.= Podia ter jogado a que la carta pela janela do carro, me livrado dela, pensei em fazer, juro que pensei mais acabei por ler. = No envelope estava meu nome e um pedido ( Por favor não deixe de ler ). = Dei re no carro voltando pro interior da garagem, com mãos tremulas abri o envelope, meu coração parecia saber que tempos difíceis viriam, que decisões urgentes teriam que ser tomadas, meus olhos começaram a percorrer a que lãs palavras, a propósito meu nome Cristiane Cristina.
------  A carta começava assim: = Cristiane você não me conhece porem eu já a conheço de nome no dia seguinte da festa e depois de rosto quando lhe vi saindo de teu prédio. = Meu nome e Maria Tereza , não tenho o privilegio de morar  bem como você sou moradora do morro, como se diz uma favelada, a três anos atrais fui levada por uma amiga pra trabalhar em uma festa de fim de ano em um apartamento de luxo na zona sul, meu trabalho na que la noite era servir os convidados da casa, logo que cheguei pro trabalho notei o olhar do jovem um dos filhos do dono da casa que não tirava seus olhos de mim, me senti embaraçada com tamanha existência de olhar. = Sou uma bala mulher, sei que sou, sei que chamo a atenção dos homens  e estava acostumada a cantadas , sabia como lidar com a situação mais a que le jovem  tinha um olhar diferente não era um olhar agressivo, me olhava com certa ternura, já no fim da festa ouvi alguém o chamar pelo nome  Reginaldo Augusto.  =  Todos os convidados haviam partido era a hora da limpeza , meu trabalho já não era mais servir mais sim ajeitar um pouco a sala o restante a faxineira completaria a limpeza mais tarde, foi quando estava fazendo este serviço que ele se aproximou e gentilmente quis saber meu nome, me acedi ou durante todo o período de meu trabalho e quando deixei o apartamento la estava ele a minha espera, ficamos íntimos, tenho um filho dele, aceitei viver as escondidas, pois sei que sua família jamais me aceitaria entre eles e eu o amo muito pra desistir dele.  = Estou disposta a continuar vivendo assim mais não acho justo você ser envolvida nesta situação sem saber, pedi a Reginaldo que falasse sobre nos eu e ele e nosso filho, mais por covardia ou medo de lhe perder não quis seguir meu conselho, ele não e uma pessoa ma só que a família pesa em suas decisões. = O motivo desta carta não e por um fim a este casamento ao contrario se depois de saber de tudo e seguir em frente o amor de ti por ele estará consciente que do outro lado fora das paredes de sua casa existe uma outra casa que o aguarda todos os dias que ele puder vim e ele sempre vira.------  Me perdoe pela dor que lhe estou causando neste momento, mais creia e melhor que seja assim 
----  Depois desta carta minha vida tomou outro rumo eu não conseguiria viver como Maria Tereza , fui  criada tendo de  tudo não precisando dividir nada, como conseguiria dividir o mais importante de minha vida,  meu marido. = Na que le mesmo dia terminamos e no dia seguinte deixei o Rio, três meses depois deixei o Brasil e depois de mais de quatro anos estou de volta e aqui parada dentro deste taxi  em frente ao ponto onde tudo teve inicio, onde serias mudanças em minha vida partiram da que la noite festiva  eu posso dizer de coração.
---Motorista podemos ir, estou livre de meu passado, ele já não me machuca mais, não vejo a hora de abraçar os meus, estou pronta pra recomeça uma nova vida, graças ao tempo , longo ou curto mais sempre nos ajuda a esquecer e nos da uma nova chance de ser feliz e eu quero e vou ser feliz........................ 

O CÉU SE ARMA EM NUVENS NEGRAS


O céu se arma em nuvens negras que tomam todo o seu azul, faz do dia uma noite de terror, pois e esperado um imenso temporal. =  Já conheço os resultados de um céu assim, foi no ano que se passou que me vi dentro de momentos do mais completo  desespero.
===  Era noite dentro do dia, nuvens negras se espalhavam por todo o céu, eu estava em casa sozinho, ainda bem que minha mulher e filhos  estavam bem longe, Deus os tirou de perto de mim para poupá-los de passarem por terríveis momentos. = Nossa casa ficava na parte alta em um morro de seis ruas transversais ela ficava na terceira rua de baixo pra cima. = Estávamos morando ali a pouco tempo, transferido de uma cidade pra outra pela empresa que trabalhava, fazia três meses que residia e nada sabia sobre as conseqüências de temporais sobre a que le lugar.
===  A chuva começou de mancinho e aos pouco foi aumentando da janela de minha sala eu corria meus olhos em toda direção, era assustador o barulho dos trovoes e assustadora a claridade dos raios que eram disparados a todo instantes como se o céu estivesse em guerra com a terra. = Foram mais de horas de forte chuva de repente ouve uma pausa, um tempo para que todos se recuperassem do susto, mais este tempo durou pouco, foram poucos minutos pra que a chuva começasse e com mais força, parecia ter dobrado de intensidade, o barulho dos troves,com  a claridade dos raios que  davam pra deixar ver a escuridão em que estava o céu. =  Era assustador  o cenário misturado aos sons, graças a Deus que minha família não estava passando por tamanho terror. = Da janela eu continuava a contemplar  o acender e apagar das luzes que clareavam todo o vale, as casas da parte baixa e que sofriam mais, pois toda a água dos morros em volta escorregavam em direção a elas, de repente ouve um estrondo, era como se algo houvesse caído do céu, meus olhos percorreram ligeiro a procura de onde foi tal estrondo quando deparei com um cenário apavorante, uma imensidão de água descia pelos morros arrastando tudo.
===  Era apavorante o que meus olhos estavam presenciando, e se tornava mais apavorante pela maneira que me eram reveladas as imagens, através de pequenos momentos de claridade que os raios permitiam minha visão. = Casa arrastadas umas sobres as outras, pelas imensidão de águas que se juntaram  destruindo tudo em sua frente. = Fui tomado por um desespero  misturado ao sentimento de pavor e medo, medo de me ver carregado, ver minha casa sendo levada comigo dentro, me senti desesperado imaginando o sofrimento de todas as que lãs pessoas sendo carregadas dentro de suas casa sem uma chance de lutar por suas vidas. = Me senti  frustrado dentro de meu pavor, fechei os olhos não queria ver o trágico fim de tantas vidas, fechei minha janela e deixei meu corpo cair sobre o chão e chorei, chorei por todas as que lãs vidas que se foram carregadas pela imensidão de águas que não se deterão por um bom espaço de tempo, carregando tudo que estivesse em seus caminhos, como se estivesse se vingando de tudo de todos.
===  Fez  se silêncio, a chuva parou, parou-se os barulhos, uma paz se fez no tempo como se  ele o tempo causador de tantas mudanças e envolvido em tamanha tragédia se arrependesse de tudo e em homenagem aos sacrificados por sua ação de rebeldia, fez se silêncio trazendo uma sensação de paz por alguns momentos. = Deixei o interior de minha casa e me deparei com um cenário da mais completa destruição, não havia sobrado nada por onde a água passara , não havia mais as casas e nem as pessoas, não havia nada a não ser lama muita lama e poucos vestígios de que antes ali era um lugar povoado de pessoas em suas casa com seus  animais, suas plantas e suas historias de vida. = Já se passaram um anos deste trágico acontecimento, mais as lembranças sempre se fazem presente quando olho pro céu e o vejo como hoje esta, carregado de nuvens negras assim como na que le trágico dia que vivi, presenciei de dentro de minha casa.
=== O céu se arma em nuvens negras que tomam todo o seu azul, faz do dia uma noite de terror, pois e esperado um imenso temporal. =  Já conheço os resultados de um céu assim, foi no ano que se passou que me vi dentro de momentos do mais completo  desespero. = Desta vez não estou só toda minha família esta comigo, me preocupo com os resultados destas nuvens, sei que dificilmente serei atingido mais não gostaria de viver novamente, não gostaria de passar por tudo que passei, pelos horrores que vivi principalmente tendo minha família a meu lado, gostaria de poder poupá-los mais como antes toda mudança no tempo foi rápida, só me resta ora e pedir a Deus uma chuva sem toda a brutalidade do tempo, que quando irado não se importa com nada fica sego e passa por cima de tudo, destruindo tudo arrastando vidas, mudando muitas historias. === Que Deus nos proteja.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

CARA DE PAU

Sabe uma dessas lojas que quando se abre a porta um sino toca dando sinal de que tem cliente na loja, uma dessas lojas que só tem um funcionário o próprio proprietário, pois bem.

----- O sino tocou dos fundos da loja surgiu um senhor, sorriso nos lábios e com gentileza perguntou ao suposto cliente o que desejava.

--- O cliente olhou de um lado ao outro da loja e respondeu , por enquanto estou só olhando. – O senhor muito gentil lhe disse fique a vontade.

---- O cara perguntou—Tem uma cadeira, o senhor respondeu – não vendo cadeiras – o cara lhe disse – não quero comprar e pra sentar, pois sentado enxergo melhor e fica mais fácil decidir.

---- O senhor ainda gentil foi ate o fundo da loja e voltou com uma cadeira na mão e a entregou ao cara que se sentou cruzou as pernas olhou pra um lado, olhou pro outro lado da loja deu um sorriso e ali ficou.

---- O comerciante do lado de dentro do balcão de olho nele, seu rosto já não mantinha o mesmo sorriso.

--- O cara ficou uns vinte minutos olhando pros lados da loja como se estivesse procurando por alguma coisa, levantou a mão pedindo a presença do comerciante.

--- O comerciante voltou a mostrar o sorriso do inicio, se aproximou do cliente certo de que faria um bom negocio, pois não caro cliente qual foi sua escolha.

--- O cara muito serio lhe respondeu--- eu anda não me decidi, só que esta minha indecisão me deixou com muita sede, seria possível o senhor me trazer um copo de água se possível não muito gelada, diria bem fresca.

---- O comerciante já contrariado com o cara voltou aos fundos da loja e retornou com um copo de água e entregou ao cliente que o tomou bem devagar e ao terminar entregou o copo ao comerciante e lhe agradeceu.

----- O tempo foi passando e o cidadão nada, chegou ate cochilar sentado na cadeira, por trás do balcão o comerciante se segurava pra não expulsar o folgado de dentro de sua loja.

----- Por fim depois de mais de meia hora tomando do tempo do lojista o cara se levantou nos lábios um amplo sorriso de pura gozação virou pro comerciante e agradeceu. ---- Senhor sua loja e linda, sua água saborosa e a cadeira muito confortável o senhor esta de parabéns mais infelizmente não encontrei o que preciso uma pena mais prometo que volto outro dia.

---- O comerciante estava pronto para expulsar o folgado de dentro de sua loja a vassouradas quando lhe veio um pensamento, agradeceu ao cliente e o convidou a tomar um xá com ele alegando que era tradição oferecer a todos os clientes que ultrapassasse um determinado tempo dentro da loja.

----- O folgado que ali havia entrado somente para descansar e tirar uma onda com a cara do vendedor abril um amplo sorriso e agradeceu, velho idiota tomei do tempo dele, zoei da cara dele e ele ainda vai me servir um xá.

----- No fundo da loja em uma pequena cozinha improvisada o comerciante preparava duas xícaras de xá, uma delas alem do adoçante colocou quatro gotinhas de um poderoso laxante.

----- Este cara de pau terá uma lição, não se deve fazer as pessoas de boba principalmente as que trabalhão, tomou meu tempo e justo que me pague por ele. ---- Pronto não sei se o senhor gosta de adoçante mais e o que tenho não faço uso do açúcar conselhos médicos, - pra mim esta ótimo, então brindemos sua visita a minha modesta loja.

---- Com três goles o cidadão esvaziou sua xícara, se despediu novamente e deixou a loja.---- Por traz do balcão o comerciante contava os minutos, um, dois, três e, a porta da loja se abril novamente e lá estava de volta o espertalhão.

---- Senhor por favor preciso usar teu banheiro, acho que o xá que o senhor me servil não caiu bem – sinto mais o banheiro e somente pra meu uso – mais senhor e caso de urgência, posso lhe alugar – alugar banheiro, sim quero vinte reais pelo banheiro e mais cinco pelo papel, mais isto e um abi surdo, -- por mim tudo bem não quer, não quer e só da meia volta e estará na rua novamente.

---- O que foi que o senhor colocou na que lê xá, -- nada, não coloquei nada, nem tente me incriminar que posso lhe processar, senhor por favor preciso usar o banheiro não da pra segurar mais a e só pagar quero cinqüenta reais pelo banheiro e quinze pelo papel paga ou deixe minha loja, não tenho este dinheiro todo, pois bem me de seu relógio e pode usar meu banheiro.

----- O banheiro fica lá nos fundos. --- Quinze minutos depois o cara saiu do banheiro, muito pálido, o comerciante o aguardava com um copo na mão, toma beba, não, não vou tomar nada que me ofereça, pode beber lhe fará bem, não sou homem de guardar ressentimentos, independente do que você aprontou por vingança no meu banheiro, deve ter deixado uma imundice pra mim limpar mais nada que um bom jato de água pra limpar, estamos quites você pagou pelo meu tempo que perdi lhe aturando em quanto tirava saro com minha cara, pode beber isto cortara de imediato o efeito do laxante que lhe dei e que tudo isto lhe sirva de lição, e nunca mais faça isto de novo com alguém devemos, temos a obrigação de respeitar o trabalho e a pessoa que esta trabalhando, não se deve invadir a casa do outro abusar de sua hospitalidade, poderia lhe devolver teu relógio mais não o farei, tudo nesta vida tem um preço e este e o teu preço pelo que me fez passar, volte quando quiser , mais volte como homem não como um moleque, estarei aqui para lhe servir, pois esta e minha função este e o meu trabalho, vá com Deus.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

LOBISOMEM

Um barulho do lado de fora da casa fez com que Dorival se sentiu se preocupado com sua criação de patos e galinhas, os bichos estavam inquietos, lembrou se que um de seus amigos teve o sitio atacado e alguns de seus animais mortos e devorados por tal bicho que ele o amigo acreditava ser um lobo na verdade um lobisomem.

------ Lobisomem ou lobo não iriam devorar seus animais, deu um pulo da cama olhou pro relógio na parede do quarto onde marcava duas horas da madrugada, os bichos continuavam agitados, maldito bicho com que direito atrapalha meu sono, com que direito quer se alimentar do que e meu, sentira em seu corpo a ira de Dorival.

-------- Dorival era um da que lês homens que não temiam nada um típico caipira que só acreditava na quilo que seus olhos enxergassem, enfiou os pés na velha botina de trabalho que sempre deixava nos pés da cama, não tinha tempo pra colocar sua calça saiu como dormia de coloras, pegou a velha cartucheira e saiu pro quintal.
----- Era um noite de lua cheia que facilitava sua visão, o galinheiro ficava uns trinta metros da casa, com passos ligeiros se aproximou os bichos continuavam agitados.

------ Droga porque não peguei um lampião, como vou enxergar alguma coisa nesta escuridão estas arvores tira toda a claridade da luz da lua, e agora o que faço, vou ter que voltar pra pegar um lampião mais antes vou ate a cerca e faço um pouco de barulho quem sabe assim eu consiga espantar tal bicho.
------- Com o cabo da cartucheira bateu varias vezes nos bambus da cerca e resmungou algumas palavras sem sentido e em seguida caminhou de volta pra casa precisava de um lampião.

------- Dorival tinha fama de corajoso, nada lhe metia medo e por esta razão ganhou muitas apostas quando era desafiado na sua coragem e com esta mesma coragem Dorival caminhava de volta quando ouviu um quebrar de galhos secos, ficou atento e diminuiu sua passada outra vez ouviu o barulho de galhos quebrando, Dorival parou cartucheira engatilhada aguardava o ataque de tal bicho.
------ Por uns três a quatro minutos permaneceu parado e nada, deu mais uns passos e ou vil de novo o quebrar de galhos, vamos apareça seja o que for apareça não pense que vou correr, pois não vou.
------ Caminhou mais um pouco e de repente algo foi atirado de dentro do mato em sua direção e caiu bem a seus pés, era uma cabeça de cabrito, Dorival olhou pra direção de onde ele supôs que tenha atirado o pedaço do animal e atirou.

------ O estrondo do tiro ecoou pelo silencio da noite como um estrondo de um dique se rompendo, maldito seja você o que for não vai me fazer correr juro que não.
------ Dorival deu mais dois passos quando escutou bem a seu lado o uivo forte de um lobo, seu extinto de sobrevivência foi mais forte que sua coragem, deixou escapar de sua mão a cartucheira e se pos a correr em direção a casa.
------ Estava apavorado e com medo, pela primeira vez em sua vida algo havia lhe metido medo.

------ Escondidos no meio do mato Jacinto disse pra Tiago, não ti falei que conseguia fazer Dorival correr, certo mais o que o fez correr foi a cabeça do cabrito que lhe arrumei. ---- Na verdade foi toda a encenação que fizemos mais ainda não foi o suficiente pra você ganhar a aposta ele vai ter que dizer que foi atacado por um lobisomem certo, certo mais pra que isto aconteça vamos seguir com o plano vamos assustá-lo dentro de casa, ele já não tem mais a cartucheira portanto não corremos risco de levar um tiro, - você tem certeza de que ele não tem outra arma dentro de casa, certeza absoluta então vamos.

------ Jacinto e Tiago por conta de uma aposta entre eles armarão pra cima do amigo. – trousse a tal madeira com os pregos com as pontas afiadas,- sim, ótimo será nosso toque final.
----- Jacinto e Tiago eram vizinhos e amigos de Dorival fizera uma aposta com outros amigos de que Dorival diria na frente de todos que foi atacado por um lobisomem e que chegou a correr do tal bicho pra não ser atacado por ele.
------ Os dois amigos caminharam em direção a casa.—Lá dentro Dorival se refazia do susto e se revoltava contra o medo que lhe fizera correr,- que droga lobisomens não existem deve ser um lobo que desceu da mata atrás de comida, mais tenho que levar em conta que lobos não arremessaria uma cabeça de cabrito contra ele.

----- Dorival tentava achar uma resposta para o que lhe sucedera quando ouviu novamente o uivo do lobo.- droga este bicho veio atrás de mim, droga deixei minha espingarda lá no caminho e agora.
----- Sentir medo era algo terrível para Dorival , ter que admitir este medo era pior, - ouviu um barulho na porta dos fundos da casa, meio atordoado com o que estava sentindo demorou um pouco para se lembrar do velho facão que usava pra cortar canas e podar pequenos galhos precisava tomar posse desse facão.

---- O barulho na era algo estranho, pois lobos não atacam portas, - em sua cabeça mais forte ficava o pensamento de que era de fato um lobisomem o animal que estava do lado de fora da casa forçando sua porta querendo entrar.
---- Do lado de fora da casa Jacinto e Tiago se seguravam no riso imaginando o desespero do amigo.- Jacinto pegou da mão do amigo a tal madeira com os tais pregos afiados que o amigo fizera, novamente saiu do meio do mato e caminhou em direção a porta da casa mais antes ligou novamente o gravador e fez com que novamente se ouvi se o uivar do lobo, deu um pequeno espaço de tempo e com a tal ferramenta na mão caminhou em direção a porta da casa do amigo.

----- Dentro da casa Dorival procurava por tal facão, droga esta minha mania de não ter um lugar certo pra guardar minhas ferramentas a onde coloquei esta droga de facão.
---- Do lado de fora Jacinto estava pronto pra dar o toque final, ferramenta em punho pronta pra riscar a porta. – A porta dos fundos não tinha fechadura era trancada com uma peça de madeira um pouco mais comprida que a largura da porta, que era encaixada em duas outras madeiras presas uma de cada lado do portal, quando trancada deixava uma folga entre a tranca e a porta era só tocar na porta para se ouvir um barulho,- Jacinto sabia deste detalhe e o usou pra causar um efeito maior no que pretendia fazer, tocou na porta por duas vezes e em seguida usou a tal ferramenta por duas vezes deixando profundas marcas na valha porta de madeira da cozinha do amigo.

----- Dentro da casa Dorival tinha acabado de encontrar o tal facão quando a porta se mexeu uma, duas vezes e em seguida ouviu o arranhar de unhas sobre ela, uma, duas vezes e se fez silencio.
---- Durante alguns minutos ele permaneceu empunhando seu velho facão esperando um novo ataque do bicho a sua porta, temia que sua velha porta se partisse com o peso do animal, teria que estar preparado pra se defender do possível lobisomem.
----- Os minutos foram se passando o silencio era total ate que voltou a ouvir o uivado do lobo novamente só que desta vez bem distante da casa.

----- Não conseguiria dormir depois do que passou do susto por que passou, pegou uma garrafa de pinga que tinha debaixo da pia e, pois quatro dedos da bebida em um copo e tomou de um só gole.
----- Pensando em tudo as palavras foram saindo de sua boca em tom alto, nunca acreditei nestas historias de lobisomens , pra mim não passavam de historias mais o que vivi esta noite me leva a crer que lobisomens existem.

----- Já bem afastados da casa Jacinto e Tiago fizeram uma nova aposta, Tiago apostou que depois de tudo que o amigo passou ficou o resto da noite acordado, - bem vamos recapitular, apostamos que Dorival confessara que foi atacado por um lobisomem certo, sim foi esta a aposta que fizemos com a turma, se ele não confessar que foi atacado por um lobisomem perdemos a aposta sim, - e apostamos que ele permaneceria acordado, certo, certo mais o que vamos apostar, - se você perder me paga uma rodada de cinco cervejas se eu perder lhe pago cinco, certo esta feito.

---- O dia clareará quando Dorival criou coragem e abril sua porta, nela encontrou duas marcas distintas que pareciam marcas de unhas , caminhou em direção ao galinheiro onde deixara cair sua cartucheira, queria ver a tal cabeça se era mesmo de cabrito mais só encontrou sua velha espingarda e onde estava a cabeça do animal tinham marcas de unhas como as da sua porta.
----- Foi ate ao galinheiro tudo estava normal, contou suas galinhas e os patos e suas galinhas de angola que eram dez, todos os seus bichos estavam vivos, respirou aliviado olhou pro céu e agradeceu a Deus.
----- Jacinto comentou com Tiago, foi ótima sua idéia de deixar as marcas de unhas no local da cabeça, - Jacinto você sabe que se Dorival souber que todo o terror por que passou nesta noite foi arrumação nossa alem de perdermos o amigo ele vira com tudo pra cima de nos, esta historia e só nossa e morre apos as palavras de Dorival, ninguém pode saber que fomos nos que planejamos isto tudo.
------ Dorival estava certo de que havia sido atacado por um lobisomem, não conseguira encontrar uma outra explicação quando o amigo Jacinto lhe contara sobre o ataque a seus animais e falou sobre lobisomens ele gozou do amigo, foi preciso viver todos a que lês momentos pra constatar que o amigo tinha razão.
---- Todos os domingos a turma se encontravam para uma partida de sinuca e algumas rodadas de cerveja, Jacinto sempre era o primeiro a chegar seu sitio era o mais próximo da cidade, depois do sitio dele vinha o de Dorival e em seguida o do amigo Tiago. - -- A que lê domingo Dorival foi o ultimo a chegar, sua indecisão de contar ou não pros amigos o que lhe havia sucedido na noite de cesta feira lhe tomara um bom tempo mais por fim resolvera revelar pros amigos toda sua terrível experiência e confessar que fora atacado na que lá noite por um lobisomem.

----- Os amigos Jacinto e Tiago aguardavam ansiosos pela chegada do amigo, todos estranharam a demora de Jacinto que sempre foi um dos primeiros a chegar, gostava de iniciar o jogo, ganhara este direito por um ano depois de ganhar uma aposta dos amigos. – por fim sua camionete encostou na porta do bar e ele com um olhar serio, não se sentia muito à-vontade pra confessar pros amigos que pela primeira vês em sua vida sentiu medo e correu por razão deste medo, mais não era homem de mentir e assim que entrou logo anunciou ( fui atacado esta noite por um lobisomem e corri de medo e não me perguntem mais nada ) - se fez silencio ninguém se atreveu a fazer uma pergunta, todos conheciam o gênio agressivo do amigo , um pouco afastados do grupo Jacinto e Tiago ergueram os copos discretamente trocaram um olhar de vencedores e escondido do amigo trocaram um discreto sorriso, ( - conseguimos - )
.......... Jorge Soares silva .........

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Reencontrando o Amor

Depois de muitos anos de ausência estou de volta a minha terra. =====Quantas saudades vivi estes vinte poucos anos longe de minhas raízes, ainda me recordo do momento em que deixei tudo pra traz, pois não suportei saber que a mulher que amava se casaria com outro.====Foi uma loucura o que fiz, na época eu tinha minha vida profissional,era empresário, trabalhava como cozinheiro no meu próprio restaurante, não fiz faculdade mais tinha o dom para a casinha e um velho caderno de receitas de minha avo que fui Ada pitando aos novos tipos de temperos, meus pratos faziam sucesso meu restaurante vivia com suas mesas ocupadas, deixei tudo e hoje ao voltar me deparei com tentas mudanças o restaurante que na época eu havia vendido, já não existia a cidade estava totalmente mudada, diferente alheia a historia de meu passado, todas as presenças que fizeram parte de meu passado deixaram de existir ou quase todas, sobraram algumas casas muito poucas,pois o progresso tomou conta de quase tudo.

======Poucas casas resistiram ao avanço do progresso a casa de meus pais foram uma dessas casas que resistiram os tempos de modernidades.======Minha mãe e meu pai eu já os havia perdido e nem tive como velos pela ultima vez, estava muito distante, mais sofri muito com a noticia da morte deles, minha mãe foi a primeira que deixou este mundo, depois foi a vez de meu pai, guardo deles a lembrança da imagem da ultima passagem de ano que passamos todos juntos e uma foto dos dois que foi tirada no dia do aniversário de minha mãe. =====Saudades, quantas saudades dos parentes que ainda viviam na cidade.
=====Eu estava de volta de onde nunca devia ter saído, deveria ter enfrentado as desventuras que tive no amor, deixei de curtir muitos anos da vida dos meus pais e de todos os outros de minha família por me acovardar em encarar a vida de frente, talvez se tivesse ficado hoje estaria vivendo com Renata, pois seu casamento durou somente cinco anos, seu marido a deixou por um outro amor e ela desgostosa se foi da cidade.====Nestes vinte poucos anos vivendo fora do Brasil conseguir guardar um bom dinheiro e ainda tinha o velho caderno de receitas de minha avo.======Meu pensamento era montar um restaurante como antes o tinha feito,muita saudade do meu tempo de cozinheiro a muito não lidava na cozinha a não ser para cozinhar meus próprios alimentos, ate este prazer tirei de mim quando tomei a decisão de partir.======Bobagem pura bobagem levei anos para esquecer e tudo que não passei aqui passei La, a única diferença e que ela não estava por perto.=====Hoje estou bem, de volta a minhas raízes sinto que posso ter um pouco de felicidade e isso e bom.
====A vida o que ela faz com nossas vidas, nos induz viver historias, reviver sentimentos, viver momentos , retornar na luta por nossos sonhos, eu estava pronto e feliz por estar novamente em casa.=====Não perdi meu tempo, não podia já o havia perdido antes, dois dias de minha chegada e já percorria as ruas a procura de um bom espaço pro meu restaurante, era uma outra cidade, ruas e casas, praças, tudo estava diferente a cidade estava bem maior, muito pouco vestígio ficou de quando eu era criança e corria pelas ruas soltando pipas, salvo algumas casas que resistiram a força do progresso a de meus pais era uma dessas casas.
======O comercio era atuante pude perceber nas quantidades de lojas, bares, bancos, a cidade avia deixado de ser uma cidadezinha para ser uma cidade que dava condições a seu povo de ter uma vida com prosperidade.====Depois de percorrer toda a parte central onde batia o coração da cidade só havia um ponto que estava a venda, me informando a respeito constatei que ali tinha uma loja de tecidos antiga, que os donos haviam falecido os filhos herdeiros não moravam na cidade eram pessoas cultas,um era medico o outro dentista uma filha advogada todos tinham suas vidas em outras cidades, fecharam o comercio do s pais e o puseram a venda. =====As chaves estaria com um amigo da família, eu não conhecia estas pessoas não eram gente de meu tempo deveriam ser famílias que vieram pra cidade quando ela começou a se desenvolver, colhendo informações cheguei a pessoa encarregada de mostrar o local e juntos fomos ver o espaço. =====O nome do senhor encarregado de mostrar aos interessados o local era, Armando, no trajeto ate a loja fui sondando do senhor Armando a respeito do preço do imóvel, muito reservado muito pouco me informou a única informação positiva era que eu seria o primeiro interessado e que eles tinham pressa de se livrarem do imóvel.

=====O espaço era ótimo claro precisava passar por uma boa reforma a primeira seria desocupar todo o local, tirar todas as prateleiras e balcões do antigo proprietário e trocar piso revestir paredes, fazer uma boa cozinha muita coisa teria que ser feita mais o espaço era ótimo e a localização excelente só faltava negociar com os proprietários o preço.=======Pois bem, gostei do espaço e perfeito pro que quero só falta saber quanto vai me custar o senhor não sabe mesmo do valor....não meu filho fiquei com as chaves pela amizade que tinha com os pais deles, pois eles pra mim não passam de estranhos foram embora da cidade muito pequenos e poucas vezes estiveram aqui e ate mesmo na doença dos pais vieram poucas vezes visitá-los contrataram algumas pessoas pra cuidar do velhos e só.....Vejo que o senhor não tem muita simpatia por eles.....Não, não tenho mesmo o que fizeram com os pais, eu acompanhei o sofrimento de ambos éramos uma família de amigos, por vezes dona Antonieta chorou ao lembrar dos filhos, sentia falta deles que nem mesmo nas datas de aniversario davam o ar da presença, ela foi a primeira a falecer três anos depois meu amigo Artur deixou este mundo, já se passaram dois anos da morte dele, dois anos que tenho comigo estas chaves quase todo final de semana um deles me liga pra saber se alguém se interessou pelo imóvel estão ansiosos pra se livrarem destas lembranças portanto acho que você terá uma ótima chance de fazer um bom negocio.
======Voltamos a casa do senhor Armando onde ele me deu o numero de contato com os proprietários do imóvel mais antes ligou informando do meu interesse. Agradeci a ele pela gentileza com que me tratou e deixei a casa.=====Eu estava morando na casa que era de meus pais e que minha irmã morava, fui abrigado no mesmo quarto em que usava quando criança, senti a alegria dos meus ao retornar depois de vinte poucos anos longe de todos.======Em casa éramos cinco pessoas contando comigo, minha irmã Roberta, meu cunhado Ari e um casal de sobrinhos,Flavio e Priscila, minha irmã estava empolgada com a idéia do restaurante e quando cheguei em casa com a noticia de que já havia me interessado por um local pra montar o restaurante ela vibrou.

=====Na que la mesma tarde fiz contato com um dos proprietários cujo nome, Doutor Emanuel, foi assim que me atendeu, Doutor Emanuel, me apresentei como sendo a pessoa que o senhor Armando havia falado, disse a ele meu nome,Andre ele foi direto, olha o preço do imóvel e de oitenta mil tudo a loja e a casa lhe entrego tudo por este preço e com tudo que esta dentro.======O preço não estava fora dos meus cálculos levando em conta que pensei em cinqüenta na loja pra oitenta em tudo estava ótimo, não cheguei a conhecer o interior da casa, pois meu interesse era só na loja, porem vi que faria um bom negocio e fechei nos oitenta.
=======Eu estava com pressa, procurei um advogado mandei que preparasse os papeis e fui ao encontro do Doutor Emanuel e finalizamos o negocio.====Não podia perder tempo, contratei um bom pedreiro que por sinal era meu cunhado e partimos para as reformas, esquecendo da parte de cima que ficaria pra uma outra etapa.
=======Foram quatro meses de obra e durante este período mesas e cadeiras foram providenciadas, eu queria iguais as que tive no outro restaurante ate mesmo os balcões.=====Em fim tudo estava pronto a cara do restaurante era a mesma do outro que tive, mesas, careiras, balcões a decoração em si era quase idêntica com algumas melhoras como bons ventiladores, um bom som ambiente com um pequeno palco e uma mini pista de dança, em fim a casa estava e não estava parecida com a outra principalmente a fachada.=======Foi um dia agitadíssimo os preparativos para a inauguração estavam nos seus últimos detalhes, tudo tinha que estar perfeito, os funcionários contratados, dois garçons e uma terceira pessoa que era uma garota para atender no bar, todos estavam uniformizados com roupas discretas nas cores verde e branco, os convites foram enviados as autoridades e a um certo numero de pessoas da sociedade local e outros para pessoas simples moradores de famílias mais antigas da cidade.

========A noite estava linda, com o céu todo estrelado, as pessoas chegando, terei uma casa cheia, na cozinha eu me sentia como a vinte poucos anos atrais quando cozinhava para a inauguração de meu restaurante, um sonho realizado com muita luta e muitas dividas, muito diferente dos momentos atuais, mais as emoções se comparavam dentro de um contexto totalmente diferente.
======Fora um sucesso a casa lotou, e recebi inúmeros elogios por tudo mais principalmente pela comida, teve pessoas que repetiram os pratos, e tudo grassas ao velho caderno de receitas de minha avo que era a base da maioria dos meus pratos e quando os preparava pensava nela e sempre a agradecia por me ajudar tanto, tanto.=======Eu estava me sentindo feliz novamente, com meu coração em paz mais me sentindo um pouco solitário.=====Pascei todos a que lês anos fugindo de relacionamentos amorosos, as poucas mulheres que tive eram as que faziam de seus corpos sua ferramenta de trabalho, eu só saia com garotas de programas, fugindo do risco de me envolver.
=====Minha vida precisava de um amor, eu precisava me envolver com alguém, dividir, compartilhar meus momentos, na verdade eu ainda pensava em Renata, ainda conservava La no fundo de meu coração uma fagulha do sentimento forte que no passado sentir por ela.=======Os meses foram passando, um ano, sim o restaurante completaria um ano de pleno sucesso meus investimentos estavam quase recuperados mais meu coração continuava inquieto, angustiado.======O destino, creio na existência dele e que muito do que vivemos faz parte de nossa historia e a minha teria novidades na que la noite, não era pressentimento, nada pressentir, o dia foi normal como todos os outros, minha felicidade com o trabalho era a mesma mais a noite depois de todos partirem, clientes e funcionários recebi uma inesperada visita.

=======As portas estavam todas arriadas menos uma que permanecia abaixada ate ao meio, era por onde eu sairia depois de fechar o caixa e conferir se tudo estava em ordem.=====Eu estava sentado em um dos bancos que contornavam o balcão do bar, sobre o balcão uma garrafa de cerveja e um copo, fazia isto todas as noites depois de conferir tudo, na solidão de minhas madrugadas, tomava minha cerveja me dava a este prazer. =====Distraído perdido em pensamentos não percebi que não estava sozinho, eu pensava nela quando ouvi sua voz.=====Sacudi a cabeça para afastar o pensamento, mais tornei a ouvir sua voz, novamente sacudir a cabeça, será que meu pensamento no desejo de revela era tão forte que estava imaginando ouvir sua voz, mais a voz se repetiu com mais palavras.
=====Posso me sentar a teu lado, me virei em direção a porta e ali estava ela a dona da voz, uma mulher madura bem vestida com um rosto marcado pelo tempo mais continuava linda, um sorriso triste nos lábios, Renata caminhava em minha direção.====Fiquei por minutos parado olhando pra ela sem palavras paralisadas pela surpresa de vela ali bem a minha frente linda e querendo falar comigo.=====Andre desculpe minha invasão mais depois que fiquei sabendo de tua volta lutei muito contra o desejo de lhe procurar mais o tempo acabou por me envolver de tamanha maneira que este desejo se fortaleceu com tamanha força que não resistir e aqui estou, por favor, não peça para que eu me vá, me conceda uns minutos tenho tanto a lhe dizer e tanto gostaria de saber de você, como me arrependi da escolha que fiz, tinha tudo pra ser feliz a teu lado e tive a infelicidade de tão mau escolha.
======Ali estava bem a minha frente a mulher de minha vida, declarando que jogou fora sua felicidade quando se afastou de mim pra se casar com outro, era tudo que eu queria ouvir de sua boca, o arrependimento. ===== Por alguns segundos fiquei sem ação olhando pra ela, surpresa foi tamanha que não tive palavras para responder a ela de imediato foi preciso respirar fundo sacudir a cabeça, fechar os olhos por algumas vezes para ter a certeza de que não estava sonhando.===== Renata perdoe minha falta de educação e claro que pode se sentar e que eu não estava acreditando em meus olhos se era você mesma, quantos anos você continu
a bela,
---- são teus olhos, este tempo que pascei pela vida muito me marcaram muitas desventuras, muita luta me envelheceram bastante,----Pode ate ser mais continuas uma bela mulher, por favor sente-se, que tomar um copo como você pode ver continuo tomando da cerveja que você me ensinou a beber, lembra quando passamos a sair juntos no inicio pedíamos duas marcas de cerveja, pois você só tomava desta marca e eu da outra depois que firmamos nosso namoro eu passei a te acompanhar na tua e ate hoje continuo bebendo desta. ----- E a melhor, ---Se você diz, -- aceito sim um copo,---Fiquei feliz quando fiquei sabendo que você estava de volta, foram muitos anos,--- sim Renata foram muitos anos e ti digo, difíceis quase insuportáveis, mais sobrevivi e estou de volta montei meu restaurante novamente e estou seguindo com minha vida, se que saber se sou feliz, se me sinto feliz, não eu não estou feliz me falta um amor me sinto muito solitário muito só.-------- E lhe digo estava aqui tomando esta cerveja e pensando em ti, todos estes anos se passaram e eu não consegui tirar você de meu coração.
--------- Quando aqui cheguei de imediato fiquei sabendo que você estava só e confesso, me senti Felix com tua separação e não me envergonho nem um pouco, pois pensei meu amor esta livre ainda posso ser feliz.
-------- A pesar de ter vivido tantos anos longe de tua presença nunca conseguir lhe esquecer, consegui sim a quietar meu coração mais em minha mente sempre tive esperanças de que um dia teria novamente a oportunidade de viver contigo minha historia de amor.........Eu lhe confesso Andre, que se arrependimento matasse eu seria uma pessoa morta, como pude me enganar tanto,tanto, como meu coração pode fazer uma escolha tão errada, mais o fez. ------ Tudo foi tão rápido, nosso namoro estava no começo, partimos de uma amizade dos tempos de infância e sustentamos esta amizade por muitos anos sempre evitando assumir um compromisso. ----- Sentíamos algo mais forte um pelo outro mais tínhamos medo de assumir um sentimento novo que poderia por em risco nossa velha amizade. ----- O tempo foi passando e com ele o sentimento foi ganhando força ao ponto de tomarmos uma decisão. Começamos nosso namoro, mais eu lhe confesso agora, minha decisão teve uma influencia toda tua você me convenceu, não que eu não lhe amasse e que tínhamos uma amizade tão bonita e o medo de por em risco esta amizade estava me impedindo de viver este amor. ------- Por fim começamos nosso namoro três meses depois eis que surge entre-nos a presença de Rodrigo, simpático e cortejador começou a me cercar de todos os lados com sutileza se mostrando muito apaixonado. -------- Eu estava vivendo um amor feliz mais cheio de duvidas quanto o risco de por tudo a perder, pois no amor sempre há cobranças e eu sendo muito ciumenta me preocupava com nosso relacionamento, com minhas possíveis cobranças.

------ Foi ai que comecei a ver em Rodrigo um caminho pra mudar os rumos de nossa historia. ------ Ele não me dava folga quando não aparecia me ligava três, quatro, cinco vezes ao dia, só se afastava quando você estava presente, sua insistência foi tanta que aceitei ficar com ele, foi quando terminei com você. ------- Juro nunca o trai com ninguém, quanto o cortejo que sofria por parte dele eu não levava a cério, não dava importância por isso nunca falei dele com você, primeiro pra evitar confusão desnecessária, segundo ele nunca me faltou com o devido respeito. ------- Mais aos pouco ele foi tocando meu coração e quando dei por mim estava gostando dele, o resto você já sabe me casei e você se foi e tudo não saiu como eu pensei poucos meses depois me dei conta da burrada que havia feito ai já era tarde você partira sem deixar rastros, levei meu casamento por mais uns quatro meses depois veio a separação o fim de uma vida a dois. ------ Foram anos e mais anos enfrentando minha solidão, depois que meu casamento terminou não tive mais ninguém, me tranquei com minha dor e com todo o remorso pela burrada que fiz, pelo tamanho do sofrimento que havia lhe causado.
------ Fiquei feliz quando uma de minhas primas que mora na cidade a única que sabia de meu paradeiro me ligou dizendo que você havia voltado e o melhor procurou saber de mim. ------ Uma pequena esperança começou a ganhar vida dentro de meu coração, você ainda gostava de mim, eu tinha uma chance de ter o teu perdão. ------ Custei a adquirir coragem pra lhe procurar, por três vezes estive em frente a este bar e não tive a coragem de entrar mais hoje não me acovardei e aqui estou pra lhe pedir perdão por todo o mal que lhe causei quando troquei minha felicidade por momentos de ilusão. ------ Sabe Renata foram anos difíceis principalmente os primeiros, depois tudo foi suavizando se tornando mais suportável ate que meu coração se aquietou de vez mais nunca deixei de gostar de você. Quando aqui cheguei quis logo saber de você e quando fiquei sabendo que estavas sozinha me enchi de alegria, pois tinha uma possibilidade de retornar a viver com você nossa historia de amor interrompida a mais de vinte anos atrais.
------ Estou feliz por você estar aqui, pode não acreditar mais estava pensando em você, e sempre assim todas as noites quando todos se vão e eu fico pra fechar o caixa, abro uma cerveja encho um copo e meu primeiro gole sempre foi pra ti. ----- Nada tenho pra lhe perdoar eu sofri você sofreu, ambos sofremos e ponto final, eu gostaria de recomeçar nossa historia de amor e se você estiver a fim não diga nada só me de sua boca pra um longo beijo. -------- Um beijo e muito pouco tenho um fogo queimando as entranhas de meu corpo já a muitos anos e nunca quis apagá-lo procurei manter baixo quase invisível na esperança de que um dia você voltasse e me tomasse em seus braços, este e o momento quero ser tua lhe dando o beijo pedido mais junto com o meu corpo como sinal pela imensa divida que tenho com você.
-------- Foi uma noite inesquecível o começo pra muitas outras, pois três meses depois de nosso reencontro nos casamos. Viajamos pra uma lua de mel que duraram dois meses por sinal merecido depois de passar por tantos anos de sofrimentos, em fim reencontramos nossa felicidade na união de nosso amor que suportou todos os flagelos e só si fortaleceu na pureza do sentimento que sempre esteve entre nos dois o amor.
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sábado, 15 de janeiro de 2011

A Figueira

A Figueira
Estava eu sentado a sombra de uma grande figueira em um lugar isolado distante de tudo e todos. Não era uma mata mais um descampado rodeado por pequenas arvores que ali brotaram a alguns anos depois de passar por ali um incêndio que consumiu uma boa parte de tudo.
A Figueira sofreu menos por estar em um descampado o fogo pouco estrago fez em sua beleza. Majestosa, imponente ela se destacava isolada tendo em sua volta somente vegetações rasteiras e eu estava ali pronto para aproveitar do conforto que seus galhos proporcionavam oferecendo um local refrescante com muita sombra, pois a arvore era imensa. Muitas historias já foram contadas a respeito destas imponentes arvores, os mais antigos acreditavam que os espíritos do mal tem a figueira como seu talismã e que eles os espíritos do mal habita seu tronco repousam em seus galhos. Das historias pouco sei só sei que e confortante usufruir de sua sombra.
O sol estava escaldante só um maluco como eu para encarar um passeio deste com um sol tão forte. Sempre gostei destes passeio, quando garoto gostava de invadir as pequenas matas como um explorador, um aventureiro. Minha aventura neste passeio era tirar fotos, gosto de fotografar paisagens, animais a natureza nos oferece cenários magníficos para serem fotografados e eu estava ali usufruindo de tudo. A própria figueira já estava com sua imagem em minha câmera. A horas que eu estava fotografando, as pernas já estavam casadas, foi muita sorte ter encontrado uma sombra tão confortante como a que a imensa figueira proporcionava.
As historias são historias o nome já diz, não iria deixar de aproveitar uma boa e confortante sombra por medo de historias. Procurei um lugar próximo ao tronco da arvore para me sentar, um lugar que desse para me encostar e esticar as pernas. Respirei fundo da que le ar fresco que me rodeava, uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, na quarta meus olhos já estavam fechados e a mente solta livre.
Quem e este quem e este, não sei não sei, teu amigo teu amigo, não, não, e teu não conheço, não conheço, um intruso. Então ele e um intruso em nossa casa, acho que sim, acho que sim. Escutem todos quem deu permissão para um estranho usar de nossa sombra, usufruir da sombra de nossa casa. Eu não, eu também não, nem eu, tão pouco eu,eu também não, por um acaso ouve um pedido da parte dele a alguns de vocês, não, não, não. Como uma criatura pode invadir a casa alheia assim, ele e muito atrevido, não ele e abusado, não ele e um cretino ele e um entram e merece uma lição.
O que vamos fazer, vamos dar um susto nele, de que maneira, vamos jogar pedras, eu não tenho pedras, vou jogar pedaços de galhos secos tudo bem, eu jogo primeiro, não eu tive a idéia vou jogar primeiro, quietos todos vocês querem acordar o cara, esqueceram de quem e esta casa, esta casa e minha cheguei primeiro e tive que lutar por ela portanto eu mando em minha casa eu jogo a pedra. Mais você não tem a pedra não mais você tem o galho e vai me da eu não vou dar o meu galho ele e só meu,calado a casa e minha eu mando ou sai de minha casa. Ta tomá-la o galho e teu mais vê se não erra, pois só tenho este e eu o conheço se eu jogar não vou errar, quanto a você não CEI ele não ti conhece e nem você a ele. Pare de me azara ,eu vou jogar o galho, joga mais não erra, não enche se eu errar tenho outro galho. Eu não vou lhe dar meu galho. Gosta daqui, sim gosto, então o galho e meu, mais você não conhece o galho e ele não te conhece e você pode errar.
Calados todos vocês que eu vou jogar o galho. Vê se não erra o galho não te conhece e nem você conhece o galho e você pode erra . Ta bom, ta bom o galho e teu tampa ele você, mais vê se não erra o galho e teu você o conhece e ele lhe conhece mais você pode erra. Mais eu não erro, e se errar, ta bom, ta bom toma o galho e teu pode jogar. Eu não tive coragem de abri meus olhos mais mesmo muito assustado eu ouvia todo a que le diálogo e lutava contra o medo queria abri meus olhos para enxergar os donos das que las vozes. O dialogo continuou e eu mesmo apavorado continuei atento. Silencio que vou jogar o galho. Uma voz bem distante disse vê se não erra. O que tinha o galho respondeu o galho mora em minha casa ele vai a onde eu quero. Senti algo cair sobre mim mais o medo me manteve paralisado, mais os ouvidos alerta. Você errou, não eu não errei o galho e que e fraco não teve a competência de ferir o alvo, me de o outro galho, não o galho e meu, me de o galho ou sai de minha casa, ta toma o galho mais vê se não erra.
O dialogo era o mesmo pareciam confusas, não demonstravam serem ruins, pareciam ser como crianças sem maldade, criaturas inocentes e muito atrapalhadas sem noção do que fazem. Quem tem mais alguma coisa que mora na minha casa. Eu tenho uma pena respondeu uma das vozes, imediatamente a voz de comando disse e minha. Quem tem mais, eu tenho um ninho disse uma outra voz, era possível identificar as vozes, pois era todas diferentes uma da outra. E meu, me de, me de vou jogar tudo junto, mais vê se não erra a pena não ti conhece, você não conhece a pena assim como não conhece o ninho, e você pode errar. Senti novamente algo cair sobre meu corpo mais continuei quieto imóvel. Ta vendo, ta vendo você errou outra vez, quietos, e agora, e agora, deixa eu pensar, hum, hum, eu quero o meu galho, eu quero o meu galho, eu quero minha pena, eu quero minha pena, me devolve o meu ninho, você errou o propósito não foi alcançado queremos de volta o que e nosso. Tudo bem se querem vão pegar, você sabe que não podemos deixar a proteção da arvore se saímos deixamos de existir. Então vocês querem que eu deixe de existir, querem ser os donos de minha casa, vou jogá-los ao vento para que se tornem poeira.
Não, não nos destrua, esqueçamos tudo, não queremos mais nossas coisas, queremos continuar vivos você precisa da nossa companhia a solidão enlouqueceria você, você não vai querer se tornar um louco vai. Tudo bem, tudo bem esqueçamos agora quietos deixe eu pensar. Enquanto o líder pensava eu ouvia o resmungar dos outros eles não se conformavam em ter ficado sem suas coisas embora ameaçados pelo líder e terem concordado com o acontecido eles continuavam resmungando só que não incomodaram mais. Achei estranho porque o líder não se importava mais com os resmungos, eles concordaram mais não pararam de fazer o que estavam fazendo e parecia que o líder não ouvia o que os companheiros diziam em seus resmungos.
Que criaturas seriam estas. Minha mente trabalhava a procura da resposta mais meus olhos não davam a ela a informação que precisava para desvendar tal mistério. Eles não podiam tocar ao chão isto eu já sabia, se eles tocassem ao chão se tornariam poeira, outra coisa que percebi, a arvore e que os protegia suas vidas sem ela não existiriam. Perguntas veio a minha mente, como chegaram ate ali, ouvi o líder dizer que a casa era dele que ele havia lutado muito para conseguir ter sua casa, lutou com quem contra quem se não podia deixar a arvore estranho. De repente o líder falou, parem, parem vocês não se canção de ficarem discutindo algo que não tem solução vocês não são mais os donos da que las coisas tudo agora pertence ao chão assim como nos, se fazem tanta questão de terem de volta a que las porcarias se elas tem mais valor pra vocês que suas liberdade, peguem de volta o que querem, eu não, nem eu, tão pouco eu, então quietos pensei e acho que descobri um jeito de castigar o intruso. Qual, qual, qual, vamos pescar sua alma, pescar sua alma, pescar sua alma, pescar sua alma, sim vamos pescar sua alma, mais como vamos fazer isto, como, como, como, prestem atenção vou explicar a vocês mais e perigoso vocês terão que ter coragem. Eu tenho coragem, eu também tenho, eu sou o mais corajoso.
Eu sentia todo o meu corpo tremer estava apavorado meus olhos pareciam colados e quase não respirava. Quem são estas criaturas o que são e porque são tão egoístas, que mal tem alguém descansar na sombra de uma arvore, eles não são os donos da arvore não tem o direito sobre ela pensei. Diz, diz o que vamos fazer para pescar a alma do intruso. Prestem atenção não vou ficar repetindo e não me interrompam quando eu estiver falando, pois fale,fale,fale, será preciso dois de nos para cada tentativa, primeiro vai o mais corajoso junto com o primeiro que tem a coragem, o que vamos fazer. Só existe uma maneira de pescar a alma do intruso, quando ele respirar Sua alma sai do corpo para pegar ar, ai e a hora que vocês atacam. Mais por que temos que ser dois se a alma e somente uma, porque um presta a atenção na boca ele pode respirar por ela o outro presta atenção no nariz pode respirar por ele e quando vocês a pescarem será preciso os dois para dominar ela. Porque dois de nos para somente uma alma. Querem mesmo saber, eu quero, eu também quero, nos queremos respondeu uma voz que pouco falava e mais ouvia. Se querem eu falo, e que ele pode ter a alma pesada e pode nos levar ao chão. Não estou entendendo disse o que pouco falava,explique direito e fale dos riscos, pois o plano e teu a idéia e tua mais a vida e deles.
Pois bem e preciso de dois para um vigiar sua boca o outro seu nariz, pois como já disse ele pode respirar tanto por um como por outro, e preciso de dois porque sua alma pode estar pesada ela não e como nos que mantemos nosso peso. A alma humana varia de peso de uma para outra, mais porque, por causa do pecado, mais o que e o pecado, fala diz queremos saber. Novamente o que pouco falava tomou da palavra. Pecado e a falta de inocência, são os desejos as tentações que conduz a praticar o mal assim como o que vocês vão fazer com o estranho.
Eu podia por fim a tudo era só abrir os olhos me levantar e sair de debaixo da arvore mais não conseguia me mover meus olhos estavam travados de tanto medo, pareciam colados, por mais que me esforçasse não conseguia abri-los. Eu já estava apavorado depois de ouvir o que eles pretendiam fazer comigo me deixou completamente aterrorizado ao ponto de urina em minha roupa, sim o pavor era tanto que o medo me fez me molhar todo. Pescar minha alma quando eu respirar, minha alma deixar meu corpo a procura de ar, isto existe será que e assim que acontece ou ele sabe que estou acordado e esta falando para me assustar, e se ele não souber e estiver falando com intenção de fazer, e se eles pescarem mesmo minha alma o que acontecera comigo. Estas perguntas cresciam dentro de minha mente, o que fazer pensei, pensei e só encontrei um caminho, rezar, rezar, rezar só mesmo com a ajuda de Divina eu conseguiria me livrar do domínio do medo e abrir meus olhos, o diálogo continuou.
Escutem, prestem bastante atenção você que tem a coragem e você o mais corajoso não de ouvidos ao outro ele e medroso e quer que vocês tenham medo assim como ele tem. O que vamos fazer não tem Nada haver com o pecado só vamos dar um susto nele, só um susto. Eu não quero pecar, eu também não, e nem tão pouco eu, eu já falei que ninguém vai pecar, o que não podemos e deixar o desconhecido tomar nossa sombra sem nos ter pedido. Vamos dar um susto nele sim, vamos, vamos, eu também quero participar disse o terceiro, pois bem escutem, você que tem a coragem junto com você o mais corajoso vão fazer o que falei, vão descer ate ele e ficar um de cada lado, você que quer participar vai assoprar bem forte em sua boca o nariz e onde sua alma vai sair, vocês dois prestam a atenção no nariz quando a alma dele sair para respirar vocês a agarra a que Le que segurar primeiro ira precisar da ajuda do outro mais não a deixe escapar. Não, não contem comigo não suo moleque pra brincar de assustar os outros, disse o que pouco fala. Você vai soprar na boca do intruso não falou que quer participar, não quero mais. E não vai tem certeza, pois bem todos tem que fazer alguma coisa, eu sou o dono da casa e sou eu quem da as ordens. Você da as ordens e o que você vai fazer achar grassa e se esconder. Não seja arrogante me deves tua liberdade e também o teu conforto de habitar o topo, perdeste o medo de altura olha que posso colocá-lo Ca em baixo. Não eu faço, eu faço, pois bem.
Fez-se novamente silencio, as vozes pararam mais eu continuei lutando para me livrar de todo a que le tormento, sabia que era só sair de debaixo da que la arvore mais meu corpo parecia colado a que le tronco era como se a arvore estivesse me abrasando me mantendo preso a ela. Der repente me veio um pensamento, será que a arvore me mantém preso a ela justamente para incomodar seus ocupantes e forçá-los a deixá-la, mais se assim for eu estou perdido, pois pelo que ouvi da conversar deles não deixaram a arvore nunca, pois se deixarem teriam que voltar pro lugar de onde vieram e eles e isto eles não queriam, eles se sentem bem na proteção da arvore. Já CEI o que fazer para ajudar disse uma quarta voz, então diga, diga, diga fale logo, pois bem.
As vozes novamente se fizeram ouvir em um dialogo quase sempre sem sentido, eles não citam nomes se dirigem uns ao outros pelo que falam de si como mais corajoso, quem tem a coragem, ele e medroso,o do alto,dono da casa e desta maneira que se comunicam entre si. Não tem nomes próprios era como se não existissem uma sombra falante, espíritos falantes, não eram de natureza ruim, maldosos nas suas brincadeiras, o que estavam fazendo comigo era pura e simples brincadeira, egoístas por não aceitarem alguém usando da sombra da arvore que consideram sua casa. Mesmo tão apavorado como estava consegui pensar nas atitudes deles para comigo e deduzir que não eram criaturas ma mais sim atrapalhados e confusos e que a conversa de pescar minha alma era pura brincadeira só que eu não tinha a certeza e por isto nada mudou em relação ao medo que estava sentindo.
Vamos diga como você vai participar você que fala pouco mais que também fala muito e que mora no alto. Eu vou tomar o lugar de sua alma quando ela for agarrada vou entrar em sua casa e assustá-lo por dentro. Muito boa esta minha idéia disse o que liderava, respondeu o outro, mais a idéia e minha, mais eu sou o dono desta casa somente eu tenho o direito a pensar e cem o pensamento não se tem idéias portanto a idéia e minha.
Eu continuava lutando contra meu medo com toda minha força mental, queria e precisava me livrar da que La situação mais tudo em vão não conseguia abrir os olhos e nem tão pouco me mexer ouvia tudo e nada podia fazer a meu favor. Eles estavam prestes a me atacar de uma maneira que iria me causar uma imensa dor, agarrar minha alma, entrar no meu corpo, isto deve doer muito, muito. Não pode ser verdade eu só posso estar sonhando, só pode ser um sonho. A voz se fez ouvir novamente; escutem todos vocês, quero que me digam o que vamos fazer com o estranho todos nos juntos. Vamos dar um susto nele. De que maneira, cada um fala o que vai fazer. Eu que tenho a coragem vou vigiar sua boca, eu que sou o mais corajoso vou vigiar seu nariz, eu que também tenho coragem vou soprar em sua casa e eu que pouco falo e falo muito e moro no alto vou invadir a cãs de sua alma. Pois bem todos sabem o que fazer mais não se esqueçam se tocarem ao chão voltam de novo para a terra portanto cuidado, muito cuidado, agora vão.
Meu Deus estou perdido sem vossa ajuda, me salve eles vão pegar minha alma e entrar no meu corpo, vão roubar minha vida e eu não quero morrer a que sozinho de baixo desta arvore, pai não permita que eles consigam realizar suas tarefas me diga o que fazer para que eu possa acordar e me livrar de tudo isto. Senti a presença deles a meu lado, não respiravam mais eu sentia o cheiro de poeira que só podiam ser o cheiro deles. Eles vão me atacar o que fazer o que fazer se eu respirar eles pescam minha alma, não posso respirar tenho que segurar minha respiração ate eles desistirem.
Escutem todos, quando eu falar já ataquem, um, dois, três e já. Prendi minha respiração durante o tempo, durante o tempo que fiquei sem respirar continuei ouvindo as vozes das criaturas. Cadê, cadê a alma dele que não sai, Cadê, uma outra voz indagou, será que ela nos vil, será, será, o outro que falava pouco disse, ele dorme mais seu espírito nunca dorme ê e a sua proteção. E se ele nos atacar perguntou o que tem coragem, e se o espírito dele nos atacar e nos atirar ao chão ai estaremos perdidos, seremos pó novamente e eu não quero ser pó novamente, nem eu disse o outro, eu também não disse o terceiro.
Quietos, quietos não tumultuem as coisas, você que mora no alto, não tire a coragem dos mais corajosos e nem tão pouco do que tem a coragem, não assusta o que pouco fala, escutem todos vocês temos que castigar o intruso, hoje ele deita a sombra de nossa casa amanha ele volta e derruba nossa casa vocês querem isto. Não, não queremos perder nossa casa, pois bem então vamos fazer o que nos combinamos. Novamente se fez silêncio e eu ali sem respirar, não agüentaria por muito tempo a que la situação. O que somos capazes de fazer quando nos sentimos ameaçados, coisas que nos surpreendem, uma força que desconhecemos emergem da nossa natureza e nos tornam mais fortes, capas de ultra passar nossos limites em proteção a nossa vida. As vozes novamente pude ou vilas eles resmungavam entre si, consegui identificá-los pelo tom da voz que eram muito diferentes uns dos outros, ouvi a voz do que pouco falava. Escutem,escutem não estou gostando nada disso só nos e quem nos arriscamos, já pararam para pensar podemos ser prisioneiros novamente se formos atirados ao chão e se o que comanda quiser ficar com a casa toda só pra ele o que faria; faria justamente o que esta fazendo nos mandando para uma missão suicida onde podemos ser devolvidos ao vento. Eu não quero mais fazer isto, eu também não, nem eu tão pouco, o que faremos perguntou o mais corajoso, nada respondeu o que pouco fala, mais a casa e dele disse o que tem coragem, mais ele esta só e nos somos quatro resmungou o que fala pouco, ele e o dono da casa mais juntos temos a força e juntos podemos mandar na casa dele.
Eu não quero voltar a ser poeira disse o que tem medo, então vamos agir disse o que pouco fala. Eu estava no meu limite, me sufocava o não respirar porem o medo deles pegarem minha alma e invadirem meu corpo me manteve o alem de minhas forças na difícil missão de não respirar, mais como tudo tem um limite o meu limite foi alcançado e na anciã da busca pelo ar me engasguei e neste exato momento meu corpo reagiu e de um salto me pus de PE. Assustado e perdido de pensamento levei alguns segundos para perceber que tudo havia acabado que eu estava de PE havia acordado. Olhei para cima a procura dos donos das vozes que me atormentaram me deixando apavorado e não enxerguei nada a não ser os galhos se movendo com o vento e suas folhas acompanhando seus movimentos, olhei em minha volta a procura de algo que pudesse esclarecer se foi sonho ou realidade o que passei o que vivi por alguns minutos e me deparei com um ninho caído ao chão, minha primeira reação foi sair de debaixo da que la arvore, , me lembrei que sobre mim haviam jogado pedaços de galhos, voltei novamente ate onde eu me sentei a procura de pedaços de galhos secos encontrei vários mais um deles me chamou a atenção, pois uma de suas pontas parecia mastigada.
Meu corpo se arrepiou por completo ao tocar este pedaço de galho, eu que alimentava a idéia de que tudo não passara de um sonho me vi diante de fatos que poderiam ser verdade ou não mais a verdade era que havia um ninho ao chão, poderia ter sido o vento que o derrubou, poderia mais também havia um galho que parecia roído em uma das pontas poderia ser algum bicho mais me lembrei que o que manda questionara o que tem a coragem da mania que ele tinha de roer as pontas dos galhos secos que mantinha em suas mãos. De repente percebi que poderia ser verdade toda a conversa que ouvi e toda a ameaça por que passei tudo e possível, existe coisas que nossos olhos não conseguem em chegar, mistérios que não temos a capacidade para desvendar, foi real ou não. Não sei parecia real as coisas que encontrei no chão onde estive são reais também não importa, pois jamais vou dormir debaixo de uma figueira novamente.,
Peguei o ninho e o pedaço de galho e os coloquei sobre o tronco da arvore pedi desculpas e me retirei. As vezes ouvimos historias contadas pelos mais antigos e não acreditamos, meus pais contavam historias sobre as figueiras, historias contadas a eles por seus pais. Arvores frondosas e solitárias, cresciam sempre em lugares isolados longe de outras arvores, imponentes destacavam-se por serem enormes. Eu nunca levei a cério a que las historias de que estas arvores eram habitadas por espíritos ruins, agora eu penso diferente e ate me arrisco a disser que existem mesmo espíritos que fazem delas sua moradia e que não gostam de invasores usando da sombra e da paz que se tem abaixo de seus galhos, pode ater ser que em algumas dessas figueiras espíritos ruins as habitem porem sobre a que eu me sentei e adormeci os espíritos que se manifestaram não eram maus mais sim egoístas e atrapalhados. Majestosa como e a figueira doravante eu só a verei de longe, não me arrisco a viver o sufoco por que passei ao adormecer sobre a proteção de seus galhos, verdade ou não mais uma historia sobre as figueiras a minha que me arrisco a dizer, E VERDADEIRA>
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Como me Arrependo

Não tenho mais a que la idade que torna tudo mais fácil, envelheci e com a velhice todos os pobre mas que trais ao corpo,e são tantos os desconforto.
Tantos anos se passaram e o que fiz de minha vida nestes anos que se foram, reflete sobre mim agora, com toda a força do passado, desrespeitando o meu presente.
Todo o credito que me foi dado em minha juventude agora me e cobrado. Eu que vivi todos aqueles momentos no mais puro egoísmo, sem me preocupar com minha velhice, fiz e desfiz explorando sentimentos, maltratando corações hoje estou só e amargo o peso da solidão e o desconforto de não ter a quem esperar nos dias de visitas.
Justo muito justo, hoje tenho a consciência do significado das palavras colhemos o que plantamos. O que eu plantei na juventude foi desprezo, vaidade, egoísmo e muito ressentimento.
De uma família de quatro irmãos e irmã fui o mais beneficiado por meus pais, que não tinham muito e não podiam dar um bom estudo a todos, fui escolhido por ser o mais talentoso dos filhos.
Sobre mim foram depositadas todas as esperanças de dias melhores para toda a família principalmente na velhice de meus pais. Gostava de aprender e tinha um enorme prazer de estudar,
graças o amor e a amizade da família de quem recebi total apoio, me formei, e por ter me formado sendo um dos melhores alunos do colégio, ganhei uma vaga como estagiário em uma grande empresa.
Em Minha vida tudo passou a dar certo e em pouco tempo me tornei vice presidente de uma das maiores indústria de alimentos, o dinheiro e o poder caíram sobre mim como um raio que queimou toda sensibilidade positiva deixando minhas raízes impregnadas com as pragas que conduzem as criaturas a serem desprezadas
Orgulho, me tornei uma criatura orgulhosa e totalmente negativo, me afastei da família, pascei a ter vergonha, desprezei a família que tinha, desprezei os amigos dos tempos da inocência e me misturei com novos supostos amigos, e com alguns deles me embrenhei pelos caminhos da orgia.
Minha vida passou a ter o dia no trabalho e a noite com mulheres e muita bebida, ate que experimentei meu primeiro cigarro de maconha, e não parei mais.
Minha mente foi se tornando escrava de tantos vícios em pouco tempo perdi meu emprego, perdi minha identidade e todos os supostos amigos, eu estava só. Em pouco tempo o vicio tirou de mim tudo, ate minha inteligência, eu já não era mais eu.
Meu pai e minha mãe que poderiam ter vivido um pouco mais se tivessem tido a minha ajuda, se foram e meus irmão e Irma me odiaram pelo desprezo que dediquei a eles quando pensava que tinha tudo.
Aos pouco fui me afundando dia a dia no buraco que eu mesmo cavei, sem emprego e totalmente viciado perdi o controle de minha vida e acabei pelas ruas. Perdi tudo, tudo mesmo ate a vontade de viver, me transformei em um trapo humano que causava nojo as pessoas.
O vicio que se aliou a meu orgulho desfez meu caminho de glorias, conduzindo minha vida ao desesperado desejo de deixar de viver. Não foi difícil , no desespero em que eu me encontrava não pensar em mais nada a não ser em morrer.
Foram tempos difíceis os que passei, só me lembro de quando acordei em um leito de hospital não estava nada bem, as marcas da violência que pratiquei contra mim estavam ali no meu corpo diante de meus olhos, eu havia atentado contra minha vida, me odiei mais e mais por não ter conseguido por um fim a todo o meu sofrimento e o pior adquirir um sofrimento a mais não tinha mais os movimentos de minhas pernas, fui punido pela vida por ter sido tão covarde. Do hospital me mudei Pra um abrigo de idosos que e a onde ainda estou e todos os fins de semanas eu aguardo ansioso pela visita de meus irmãos ou de minha Irma.
Tantos anos se passaram e deles não tive o perdão, hoje sou um velho, coração amargurado, reconheço não fui um bom lavrador do que plantei nada prestou porem me sinto arrependido e tão necessitado do perdão, dos que são a minha família, que ontem ignorei mais que hoje a me ver tão sozinho recorro com humildade em busca do perdão. A vida não perdoa nossos erros depois que o pior acontece, o arrependimento nem sempre e a porta para o alivio de nossa consciência, eu amargo dias de completa solidão, já não tenho mais esperanças de conseguir meu perdão, perdi minha boa historia de vida e mergulhei-me em um poço profundo onde fui envolvido por toda a energia negativa que acumulei nos tempos em que me sentia o senhor todo poderoso, hoje eu não passo deste ser horroroso, ignorado por todos esperando o meu fim.